terça-feira, 21 de maio de 2013

Porque somos Assim ?

O que  fazer?

Quando  estamos  ou acordamos  tristes  e  as vezes nem mesmo  sabemos  o porque  e nem mesmo  o  motivo. 

Hoje  acordei bem,  de repente  já  estou  estranho,  uma  certa  angustia; um aperto no coração  ...preocupação.  As vezes  fico a me  perguntar   "Porque  estou  assim?" sei la  é  estranho é  uma  certa confusão dentro de mim  mesmo  que   fico me  perguntando  o porque disso  tudo.

Sempre  Oro  e peço pra Deus  me  ajudar  a  ser uma  pessoa  melhor  a  cada  dia,  pois  sei que isso não convém  de  Deus  e  muito menos  o  agrada,  mais e  complicado nós  seres  humanos  somos  imprevisíveis...hoje  estamos bem,  daqui  a pouco  estamos  mal  e  quando  menos  se espera  tudo já  passou  e  a  vida  continua.

Complicado  esta  situação e  acredito também que  não  sou o  único a me  sentir  assim,  peço a Deus que me  dê  sabedoria e  entendimento.


ótima  semana  a todos  !!

Abraços

sexta-feira, 10 de maio de 2013

"Bolsa crack" governo do estado de São Paulo irá pagar para internação de usuários de crack


'Bolsa crack' de R$ 1.350 vai pagar internação de usuários em São Paulo



Famílias com parente dependente de crack vão receber uma bolsa do governo do Estado de São Paulo para custear a internação do usuário em clínicas particulares especializadas. Chamado "Cartão Recomeço", o programa deve ser lançado na quinta-feira, com previsão de repasses de R$ 1.350 por mês para cada família de usuário da droga.


Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia, a proposta é manter em tratamento pessoas que já passaram por internação em instituições públicas. "São casos de internações em clinicas terapêuticas, pelo período médio de seis meses", afirma.

Os dez municípios que receberão o programa piloto devem ser definidos nesta quarta-feira. Ainda não há data para o benefício valer em todo o Estado. As clínicas aptas a receber os pacientes ainda vão ser credenciadas, mas ficará a cargo das prefeituras identificar as famílias que receberão a bolsa. "Saúde pública é sempre para baixa renda. Os Caps (Centros de Atendimento Psicossocial das prefeituras) já têm conhecimento das famílias e fará a seleção", diz Garcia, sem detalhar quais serão esses critérios.

Como antecipou o site da revista Época, o pagamento da bolsa será feito com cartão bancário. A ideia do Cartão Recomeço é ampliar a rede de tratamento para dependentes e, principalmente, a oferta de vagas para internar usuários. O trabalho desenvolvido pelo governo sofre críticas por causa da falta de vagas, especialmente após a instalação de um plantão judiciário no Centro de Referência de Tabaco, Álcool e Outras Drogas (Cratod), no Bom Retiro, centro da capital, ao lado da cracolândia - entre janeiro e abril, segundo o governo, cerca de 650 pessoas foram internadas após o atendimento no Cratod.

Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas na Faculdade de Medicina da Unifesp, que participou da criação do Cartão Recomeço, a vantagem do modelo é descentralizar o financiamento do tratamento. "Muitas famílias, mesmo de classe média, estouram o orçamento tentando pagar tratamento para o familiar dependente."

Com o cartão, diz Laranjeira, as famílias terão uma "proteção" para o caso de o parente ficar viciado. "A família poderá ter dinheiro para oferecer ajuda caso o dependente aceite uma internação."

Inspiração

O programa que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) vai lançar é semelhante ao desenvolvido em Minas. Apelidado de "bolsa crack", o cartão de lá é chamado Aliança Pela Vida e dá ajuda de R$ 900.

A assessoria do Palácio dos Bandeirantes rejeitou o termo "bolsa crack" - segundo o secretário Garcia, o apelido é "maldoso". O governo também ressalta que o recurso é carimbado e só pode ser sacado para pagamento em clínicas credenciadas. O plano envolve técnicos das Secretarias de Desenvolvimento Social, da Saúde e da Justiça. O pagamento sairá do orçamento da Secretaria de Desenvolvimento


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Ring Girl Evangélica não vê conflito entre Trabalho e religião


Ring girl evangélica não vê conflito entre religião e trabalho: "Deus olha o coração"




Em janeiro, o UFC estreou suas primeiras ring girls brasileiras, com a adição de Aline Franzoi e Camila Oliveira ao plantel. Elas foram as garotas da placa na edição de São Paulo e trouxeram ao octógono um perfil de musas ao estilo norte-americano: rostos delicados e corpo magrinho, bem diferente do atual padrão no país. Aline, paulista de 20 anos, não foi chamada após a estreia e não estará nos eventos de maio e junho por aqui, mas ainda assim, defende a escolha de ser ring girl, mesmo com a particularidade de ser evangélica.



Para quem acompanha Aline Franzoi nas redes sociais, fica claro rapidamente sua predileção por posts que mostrem sua fé. Evangélica, ela posta mensagens de cunho mais religioso ao mesmo tempo em que mostra seu trabalho de modelo. E defende que não há nada de estranho nisso.

"Sou evangélica e uso meu Facebook para dizer o quanto Deus foi e é poderoso em minha vida. E, afinal, o que tem de errado ser ring girl? É muito relativo o que é certo e errado, concilio não só essa nova carreira, como a carreira de modelo também, pois, na minha concepção, Deus olha o nosso coração e a nossa intenção", diz ela.

Aline Franzoi viu a procura aumentar e muito em relação ao seu trabalho de modelo. Ela chegou a posar para a revista VIP, em fotos sensuais, e segue trabalhando forte.

"Após o UFC, meu trabalho como modelo deu, digamos, uma levantada. Com certeza absoluta eu respondo que é consequência de ser a primeira 'octagon girl' brasileira do UFC", analisou ela.

Os convites seguem aparecendo, mas a jovem paulista já tem um limite bem definido para saber o que aceita. Questionada se já recebeu convites e se aceitaria posar para revistas como Playboy e Sexy, foi categórica: "nua não!".


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